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Os homenageados da 36ª edição
01/07/2008
Troféu Oscarito oferecido pela VIVO Walmor Chagas Troféu Eduardo Abelin Júlio Bressane Kikito de Cristal Julio Garcia Espinosa (Cuba) Homenagem Especial do Festival de Gramado Renato Aragão Troféu Oscarito Walmor Chagas Walmor de Souza Chagas, nasceu em 28 de agosto de 1930, em Porto Alegre. Estreou como ator de teatro, ainda muito jovem, em 1948. A carreira no cinema começou alguns anos mais tarde, em 1964,quando ele já estava morando em São Paulo, com o filme São Paulo S/A, de Luís Sérgio Person. Ao longo da carreira já participou de cerca de 20 filmes. O longa Valsa par Bruno Stein, onde ele é protagonista, está em cartaz nos cinemas brasileiros.O trabalho mais recente de Walmor Chagas é o curta Mapa Mundi, rodado em São José dos Pinhais, no Paraná, do jovem diretor Pedro Zimermann. Walmor Chagas é reconhecido por seus méritos em criar personagens de grande impacto. Filmografia 2008- Mapa Mundi 2007- Valsa para Bruno Stein 2001 - Histórias do olhar 2001 - Memórias póstumas .... 1994 - Mil e uma 1990 - Beijo 2348/72 1988 - Banana split 1985 - Patriamada 1983 - Parahyba, mulher macho 1981 - Luz del Fuego 1981 - Filhos e amantes 1980 - Asa Branca - Um sonho brasileiro 1979 - Memórias do medo 1978 - Joana Angélica .... 1976 - Xica da Silva .... 1976 - Um homem célebre 1973 - Mestiça, a escrava indomável .... 1970 - Beto Rockfeller 1964 - São Paulo S/A .... Troféu Eduardo Abelin Júlio Bressane Júlio Eduardo Bressane de Azevedo nasceu em 13 de fevereiro de 1946 na cidade do Rio de Janeiro. Aos 11 anos ganhou uma câmera da mãe e não parou mais de filmar. Depois de trabalhar como assistente de diretores como Walter Lima Jr. e Fernando Campos, começou a dirigir os próprios trabalhos. O primeiro filme foi Cara a Cara, de 1967, foi selecionado para o Festival de Brasília. Em 1970 fundou a Belair Filmes em sociedade com o também cineasta Rogério Sganzerla. Eles optaram por realizar filmes de baixo custo de produção e com isso conseguiram rodar seis longas-metragens em apenas seis meses. No início dos anos 70 se exilou em Londres,mas voltou ao Brasil alguns anos depois e fez um filme atrás do outro, usando a chanchada e o deboche como suas principais características. Bressane se transformou em um dos líderes do chamado Cinema Marginal Brasileiro, desenvolveu um estilo próprio de fazer filmes, que não seguem uma narrativa convencional e têm um movimento de câmera incomparável. Sua obra é notadamente influenciada por Orson Wells e Jean-Luc Godard. Em 40 anos de carreira dirigiu cerca de trinta filmes. Seu último trabalho, "Cleópatra", foi apresentado no Festival de Cinema de Veneza de 2007, fora da competição[1], além de ter sido premiado como melhor filme do 40º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em novembro de 2007. Filmografia 2007 - Cleópatra 2003 - Filme de amor 2002 - Dias de Nietszche em Turim 1999 - São Jerônimo 1997 - Miramar 1995 - O Mandarim 1992 - Oswaldianas 1989 - Os Sermões - A história de Antônio Vieira 1985 - Brás Cubas 1982 - Tabu 1979 - Cinema inocente 1978 - O Gigante da América 1977 - Viola chinesa 1977 - A Agonia 1975 - O Monstro caraíba 1973 - O Rei do baralho 1972 - Lágrima pantera 1971 - Memórias de um estrangulador de loiras 1971 - Amor louco 1971 - A Fada do Oriente 1970 - Cuidado, madame 1970 - Barão Olavo, o horrível 1970 - A Família do barulho 1969 - Matou a família e foi ao cinema 1969 - O Anjo nasceu 1967 - Cara a cara Premiações Filme de Amor ganhou os prêmios de melhor filme, fotografia (Walter Carvalho) e trilha sonora (Guilherme Vaz), no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2003. Troféu Candango de melhor filme no Festival de Brasília, por Tabu (1982) e Miramar (1997). Troféu Candango de melhor diretor no Festival de Brasília, por Miramar (1997) e São Jerônimo (1999). Prêmio de melhor roteiro Rosa Maria Dias no Festival de Brasília por Dias de Nietzsche em Turim. Kikito de Cristal Julio Garcia Espinosa (Cuba) Julio Garcia Espinosa nasceu em Havana, no dia 5 de setembro de 1926. Começou muito jovem trabalhando como diretor e ator de teatro, depois dirigiu programas de rádio. Foi Presidente da Sección de Cine de la Sociedad Cultural Nuestro Tiempo. Autor, junto a outros cineastas de El Mégano, considerado como o precursor do novo cinema cubano. Participou da criação do Grupo Teatro Estudio. Durante a revolução cubana foi chefe da seção de Arte e Cultura do exército Rebelde. E foi ai onde ele criou os primeiros documentários sobre a Revolução. Estudou direção cinematográfica no Centro experimental de Cinema de Roma. Na década de 80 foi presidente do Festival Internacional do Novo Cinema Latinoamericano. Participa de seminários e conferências em vários países. Entre seus trabalhos se destaca Por un cine imperfecto. PREMIOS Premio Nacional de Cine. La Habana, 2004. Aventuras de Juan Quin Quin Certificado al Mérito. I Festival Internacional de Cine de Guyana, 1976. Premio Apsara de Oro (mejor dirección) II Festival Internacional de Cine Phnom Penh, Cambodia, 1969. Mención. Selección Anual de la Crítica, La Habana, 1968. Mención de Honor. II Encuentro Internacional de Cine Iberoamericano. Barcelona, España, 1968. Cuba baila Diploma de Honor. XIV Festival Internacional Locarno, Suiza, 1961. El joven rebelde Seleccionado entre los filmes más destacados del año. Selección Anual de la Crítica, La Habana, 1962. Premio al joven creador. XIII Festival Internacional de Karlovy Vary, Checoslovaquia, 1962. La inútil muerte de mi socio Manolo Premio a la actuación masculina (ex aequo) a Mario Balmaseda y Pedro Rentería. Cuarto Salón Internacional de Cine. Bogotá Colombia, 1991. Mejor actuación masculina a Mario Balmaseda, otorgado por la Asociación de Artes Escénicas de la UNEAC. VII Festival Nacional UNEAC de Cine, Radio y Televisión. La Habana, 1990. La Vivienda Mención IV Festival Internacional de Cine Documental y Experimental del S.O.D.R.E Montevideo, Uruguay, 1960. Felicitación del Jurado Internacional al Movimiento de Cine Cubano. VII Festival de Cine de Cortometrajes, Oberhausen, R.F.A., 1961. Reina y Rey Premio Catalina de Oro a la mejor actriz a Consuelo Vidal (ex aequo). Festival de Cartagena. Colombia, 1995. Premio Catalina de Oro a la mejor película. Festival de Cartagena. Colombia, 1995. Mención Especial a la actriz secundaria a Miriam Socarrás otorgada por la Sección de Artes escénicas. Festival Nacional UNEAC de Cine, Radio y Televisión. La Habana, Cuba, 1995. Premio Caracol a la mejor actriz de reparto a Coralia Veloz. Festival Nacional UNEAC de Cine, Radio y Televisión. La Habana, Cuba, 1995. Premio Caracol a la mejor actriz protagónica a Consuelo Vidal. Festival Nacional UNEAC de Cine, Radio y Televisión. La Habana, Cuba, 1995. Mención Especial de la FIPRESCI. XVI Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano. La Habana, 1994. Colón de Oro. Festival de Cine Latinoamericano de Huelva. España, 1994. Premio actuación femenina a Consuelo Vidal. Festival de Cine de Amiens. Francia, 1994. Premio al mejor guión inédito. Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano. La Habana, Cuba, 1993. Tercer Mundo, tercera guerra mundial Seleccionado entre los diez filmes más significativos por su aporte al desarrollo cultural revolucionario del público, estrenados en Cuba en 1971. Selección Anual de la Crítica. La Habana, 1971. FILMOGRAFIA 1955 El Mégano. (Doc.). 1959 Sexto Aniversario. (Doc. 18´). La Vivienda. (Doc. 12´). 1960 Esta tierra nuestra. (Guión). Cuba baila. (LM. Ficc. 81´). Patria o Muerte. (Doc. 26´). Un año de libertad. (Doc. 27´). 1961 El joven rebelde. (LM. Ficc. 83´). 1962 Cuba 58 (Año nuevo). (Guión). 1963 Un día en el solar. (Guión). 1967 Un huésped. (Guión). Aventuras de Juanquinquín. (LM. Ficc. 110´). 1968 Lucía. (Guión). 1969 La primera carga al machete. (Guión). 1970 Tercer mundo, tercera guerra mundial. (Doc. 90´). 1971 Los días del agua. (Guión). 1972 Viva la República. (Guión). No tenemos derecho a esperar. (Guión). Introducción a Chile. (Guión). Girón. (Guión). 1973 Diques de Viet Nam. (Guión). Ustedes tienen la palabra. (Guión). XX años. (Guión). El programa del Moncada. (Guión). El extraño caso de Rachel K. (Guión). 1974 El otro Francisco. (Guión). Operación Triángulo. (Guión). De cierta manera. (Guión). Cuadra por cuadra. (Guión). Con las mujeres cubanas. (Guión). 1975 Mella. (Guión). 1976 Patty Candela. (Guión). La guerra de Angola. (Guión). La Batalla de Jigüe. (Guión). 1977 La sexta parte del mundo. (Doc. 90´). 1980 Son... o no son. (Guión y Dirección. Doc.). 1989 La inútil muerte de mi socio Manolo. (Guión y Dirección. LM. Ficc.). 1993 El plano. (Guión y Dirección. LM. Ficc.). 1994 Reina y Rey. (Guión y Dirección. LM. Ficc. 100´). 1998 Enredando sombras. (Guión). Homenagem especial do 36º Festival de Cinema de Gramado Renato Aragão Antônio Renato Aragão,nasceu no dia 13 de janeiro de 1936, em Sobral. Depois de passar pelo exército ( foi segundo-tenente ) e formar-se em direito, em 1961,Renato Aragão mudou radicalmente de profissão. Ele tinha 25 anos quando venceu um concurso da TV Ceará para trabalhar como "realizador" - uma espécie de diretor, redator e produtor de programas. Em 1963, Renato mudou-se para o Rio de Janeiro e foi contratado pela TV Tupi para trabalhar no humorístico A E I O URCA. Em 64, já na Tv Excelsior, criou o humorístico próprio Adoráveis Trapalhões, em que contracenava com Wanderley Cardoso, Ivon Cury e Ted Boy Marino. A fórmula deste prgrama foi a mesma utilizada em Os Trapalhões, já regresso à TV Tupi, ao lado de Dedé Santana, Mussum e Zacarias,em 1975. Renato Aragão atuou em mas de 40 filmes, tendo alguns recebido premiações estrangeiras, como Os Vagabundos Trapalhões e O Cangaceiro Trapalhão, no Festival Internacional de Cinema para a Infância e Juventude (Portugal), em 1984, e Os Trapalhões e a Árvore da Juventude, no III Festival de Cine Infantil de Ciudad Guayana (Venezuela), em 1993. Fundou, em 1977, a Renato Aragão Produções Artísticas Ltda., responsável pela produção de filmes, programas de televisão, vídeos e shows, dentre outros. Em 1991, tornou-se representante especial do UNICEF e embaixador do mesmo órgão, em prol da infância brasileira.
Ana Mota | |||||||||||||||||||||||||||||||
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