23.º Festival de Gramado - Cinema Brasileiro e Latino, 12 a 20 de agosto (1995)
“Amnésia”, de Gonzalo Justiniano (Chile) conquistou o Kikito de melhor filme no 23º Festival de Gramado - Cinema Latino e levou também os prêmios de melhor ator para Pedro Vicuña e de fotografia para Hans Burmann. Na edição de 1995, que teve a brilhante presença da atriz italiana Gina Lollobrigida, o prêmio de melhor longa brasileiro ficou com “Felicidade é...”, de José Pedro Goulart, José Roberto Torero, Jorge Furtado e A. S. Cecílio Neto, que recebeu também o prêmio do júri popular.
Já o prêmio especial do júri foi para “Patrão”, de Jorge Rocca (Uruguai). Jorge Fons recebeu o Kikito de melhor diretor pela obra “O Beco dos Milagres” (México), que ainda levou o prêmio da crítica e o de melhor atriz coadjuvante para Margarita Sanz. A melhor atriz desse ano foi Marie Gillain, de “A Isca” (França), filme que também ganhou o prêmio de melhor montagem para Lucie Grunenwaldt. Angelo Orlando , de “Soldado Desconhecido” (Itália) foi indicado melhor ator coadjuvante. Mário Manga, de “No Rio das Amazonas” (Brasil), conquistou o prêmio de melhor música.
Na competição de curtas brasileiros, 35mm, o grande vencedor foi “Deus Ex-Machina”, de Carlos Gerbase (Rio Grande do Sul), que arrebatou ainda os Kikitos de melhor diretor e roteiro para Gerbase, melhor montagem para Giba Assis Brasil, melhor ator para Leverdógil de Freitas e melhor música para Ricardo Severo e os Replicantes. O prêmio de melhor atriz ficou com Cristian Mullins, por “A Desforra da Titia”, de Reinaldo Pinheiro e Eduardo Quirino,, e o de fotografia com Guy Gonçalves, por “Chuvas e Trovoadas”, de Flávia Alfinito. O juri popular elegeu “Naturezas Mortas” de Penna Filho.
“Deus Ex-Machina” foi também o melhor filme da competição de curtas gaúchos, e conquistou ainda os prêmios de melhor diretor e roteiro para Carlos Gerbase, e de melhor montagem para Giba Assis Brasil. “Jogos”, de Mariângela Grando deu a Jorge Monclar o prêmio de fotografia
Na disputa de curtas brasileiros em 16mm, o melhor filme foi “Criaturas que Nasciam em Segredo”, de Chico Teixeira (São Paulo). Melhor Direção de Arte foi para Maurício Setti, por “Dente por Dente”, média de Alice Andrade, e fotografia para Kátia Coelho, por “That’s a lero lero”, de Lírio Ferreira e Amin Hilvey.
Na categoria Super-8, o melhor filme foi “O Pulo no Abismo”, de Jorge Munhoz (São Paulo)
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