11.º Festival de Cinema de Gramado, 21 a 27 de mar (1983)

Sargento Getúlio”, de Hermano Penna levou os kikitos de melhor filme, prêmio da crítica e imprensa, melhor ator pela brilhante atuação de Lima Duarte, melhor ator coadjuvante para Orlando Vieira, e técnico de som para Mário Masetti.

“Bar Esperança, o último que fecha”, de Hugo Carvana, premiou seus roteiristas Marta Alencar, Denise Bandeira, Euclydes Marinho, Armando Costa e Hugo Carvana;  como melhor atriz, Marília Pêra, e também atriz coadjuvante, Silvia Bandeira. Ana Carolina arrebatou o kikito de melhor direção, por “Das Tripas Coração”, que também deu o prêmio de melhor montagem a Roberto Gervitz e Sérgio Segall, dividido com Noilton Nunes de “O Rei da Vela”, deste último e de José Celso Martinez Corrêa.

Melhor trilha sonora ficou com Edgar Ferreira, Sandy Celeste e Feliciano Paixão, por “O Rei da Vela”. Melhor fotografia com Roberto Eliezer, por “Janete”, de Chico Botelho, que também levou o kikito de música original, de Arrigo Barnabé. Yurica Yamasaki e Liege Monteiro foram premiadas como melhor cenografia e figurino por “Rio Babilônia”, de Neville D’Almeida.

O júri concedeu prêmios especiais a “Idolatrada”, de Paulo Augusto Gomes, e a Henriqueta Brieba por sua atuação em “O rei da vela”

Na categoria curta metragem, “Tzubra Tzuma”, de Flávio Del Carlo foi eleito melhor filme. O kikito de melhor diretor ficou com Sérgio Bianchi, em “Mato Eles”; de melhor fotografia foi para Adrian Copper, por “Vida e Sangue de Polaco”, de Sylvio Back,  e o de melhor montagem em curta foi para Ricardo Miranda, por “Perto de Clarice”, de João Carlos Horta, e “Fuzarca no paraíso” de Regina Rheda recebeu menção honrosa. “Urbano”, de Antônio Carlos Textor foi eleito o melhor curta gaúcho.