Adhemar Oliveira é diretor do Espaço Itaú de Cinema, começou a carreira nos anos 1980 como responsável pela programação do cineclube Bixiga, em São Paulo, e depois do Macunaíma e do Estação Botafogo, ambos no Rio de Janeiro. Atualmente é um dos executivos de distribuição e exibição mais respeitados no setor do audiovisual. Criou o conceito das salas arteplex, que mesclam a programação de filmes autorais com blockbusters, de maneira a tornar o negócio sustentável sem abrir mão de exibir trabalhos de maior valor estético do que comercial.


Álvaro Franco assumiu a frente da Representação Regional do Ministério da Cultura (MinC) na Região Sul em outubro de 2016. Especialista em patrimônio histórico, estabeleceu prioridades e principais linhas de atuação de sua gestão considerando que num país com riqueza cultural em todos os cantos, a cultura deve ser tratada como um forte elemento de desenvolvimento econômico e social. Especialista em Planejamento Estratégico pela Escola Superior de Guerra, tem MBA em Marketing pela FGV – Fundação Getúlio Vargas. Foi consultor de Comunicação e Marketing do “Fronteiras do Pensamento” de 2006 a 2013. É voluntário em desenvolvimento de projetos sociais direcionados à infância.


Ana Letícia Fialho é pós-doutora pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, Doutora em Ciências das Artes e da Linguagem pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris (EHESS), mestre em Gestão Cultural pela Universidade de Lyon II e Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente é gerente executiva do Cinema do Brasil (cargo que também ocupou de 2015 a 2016 e de 2007 a 2010) e, consultora em inteligência comercial do projeto Latitude, voltado à internacionalização das galerias de arte contemporâneas. De 2016 a 2018 foi Diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura/Ministério da Cultura. Com mais de quinze anos de experiência profissional nas áreas de ensino, pesquisa e gestão cultural, já atuou junto a organizações como a Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT), Base7, Fórum Permanente, Fundação Iberê Camargo, Fundação Bienal do Mercosul, Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia, SEBRAE, SENAC, SESC, entre outras. É co-autora dos livros Sociologia das artes visuais no Brasil (SENAC, 2012), O valor da obra de arte (Metalivros, 2014) e,  Outras histórias na arte contemporânea (Paço das Artes, 2016).


André Saddy é um dos diretores do Canal Brasil, produtor formado em administração pela UnB e com mestrado em marketing pela ESPM. Começou a carreira no cinema na L.C. Barreto em 1996, onde atuou nas áreas de produção, captação, supervisão comercial e no lançamento de filmes. Coordenou a comercialização no mercado externo de O Quatrilho (1994), de Fábio Barreto, e foi supervisor comercial dos longas O que é isso, companheiro? (1997) e Bossa Nova (2000), ambos de Bruno Barreto, entre outros filmes. Em 1998, abriu em parceria com o diretor Marcelo Santiago a produtora Movimento Filmes, onde produziu os curtas Os filhos de Nelson (2000) e A incrível história da mulher que mudou de cor (2004) e o média 45% – Cinema urbano (1998), todos dirigidos por Marcelo Santiago. Desde 1999 trabalha no Canal Brasil, onde acumula as funções de gerente de marketing e de desenvolvimento de projetos. Também pelo Canal Brasil, foi produtor executivo do documentário Loki – Arnaldo Baptista (2008), de Paulo Henrique Fontenelle.


Christian de Castro é produtor e diretor financeiro, começou a carreira em 1998, quando fundou, junto com seu irmão, o cineasta Erik De Castro, a BSB Cinema Produções. A produtora realizou os documentários “Senta a pua!” (1999), dirigido por Erik, “A cobra fumou” (2002), de Vinícius Reis, e “A era dos campeões” (2005), dirigido por Marcos Bernstein e Cesário Mello Franco. Antes disso, atuou em diversas áreas do mercado financeiro, com passagens pelo Unibanco e pelo Banco Garantia. Desde 2005, desenvolve serviços de consultoria relacionados à estruturação financeira de projetos, empresas e bancos para o setor audiovisual. Em 2006, foi um dos criadores do RB CINEMA I Funcine, o primeiro fundo de investimentos privado do cinema brasileiro, que investiu recursos em filmes como “O ano em que meus pais saíram de férias” (2006), de Cao Hamburger, “O maior amor do mundo” (2006), de Carlos Diegues, “Os desafinados” (2008), de Walter Lima Jr., entre outros. Em janeiro de 2007, tornou-se diretor financeiro da Vereda Filmes, distribuidora de filmes brasileiros voltada para o mercado internacional. No final de 2007, foi convidado para ser o consultor administrativo e financeiro da distribuidora Lumière; em 2008, atuou como assessor da diretoria da ANCINE – Agência Nacional do Cinema, especializado em assuntos financeiros e comerciais relacionados à atividade audiovisual. Em 2016, assumiu o cargo de CEO do grupo AfroReagge. Finalmente em 2018, Christian foi nomeado diretor- presidente da Agência Nacional do Cinema – ANCINE -, com mandato até 2021.


Deborah Rossoni é economista, com Especialização e Comércio Exterior pela Universidade Católica de Brasília e Especialista em Gestão Cultural pela Universidade de Girona, com MBA em gestão com foco em estratégia. Atua há mais de 20 anos no campo da cultura, desenvolvimento e internacionalização de modelos e setores culturais tendo sido responsável pela articulação de programas de qualificação de empresas e empreendimentos culturais no sistema SEBRAE, responsável pela estruturação e acompanhamento dos programas e iniciativas diversas voltadas a internacionalização dos segmentos criativos e culturais na Agência de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos  – Apex Brasil. Com artigos e textos na área, representa o Brasil em eventos internacionais, coordena missões empresariais e participa de fóruns e conselhos. Atuou por oito anos como gestora de projetos da economia da cultura na Apex tendo também exercido a função de Gerente Executiva de Exportações nesta agência, por cinco anos. Hoje coordena núcleo de projetos de exportação e internacionalização de serviços ligados a tecnologia, novos modelos digitais, bens culturais, arquitetura, moda e entretenimento.


Eduardo Valente é graduado em cinema pela Universidade Federal Fluminense (Niterói/RJ), seu trabalho de formatura, o curta-metragem Um sol alaranjado, recebeu em 2002, de um júri presidido por Martin Scorsese, o primeiro prêmio da Cinéfondation, competição de filmes de escola do Festival de Cannes. Seus dois curtas seguintes, “Castanho” (2003) e “O monstro” (2005) também foram exibidos no Festival de Cannes, em diferentes mostras. “No meu lugar” (2009), sua estreia em longas-metragens, participou da seleção oficial do mesmo festival, fora de competição. Além de realizador, foi editor da revista de crítica de cinema online Cinética; curador e organizador de mostras e festivais de cinema, ministrou oficinas de crítica, roteiro, direção e linguagem de cinema. Ocupou o cargo de assessor internacional da Agência Nacional de Cinema – ANCINE – até junho de 2016, quando foi convidado pelo Festival de Berlim para atuar como consultor no Brasil. Também realiza a curadoria de programação das mostras competitivas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.


Florencia Gil iniciou sua carreira em São Paulo, como diretora de teatro e produtora. Em 2010, participou do Programa Profissional da UCLA em Produção, em Los Angeles, CA. De volta ao Brasil, trabalhou para a Mostra de Cinema de São Paulo. Radicada em Paris desde 2011, obteve um mestrado em Mídia na Paris 8, com uma pesquisa sobre distribuição de filmes independentes no Brasil, seguida do MBA Atelier Ludwigsburg-Paris, programa em produção e distribuição ministrado na LA FEMIS (Paris), NFTS (Londres) e Filmakademie (Ludwisburg-Alemanha) e Apoiado pela MEDIA e ARTE. Desde 2012, trabalhou como agente de vendas para diversas empresas, como Rezo Films, Independent (Londres) e La Luna. Em 2015 fundou a Loco Films, com Laurent Danielou, onde ocupa o cargo de diretora de vendas internacionais e aquisições.


François Modarresse é consultor de desenvolvimento de negócios da EIDR – Entertainment Identifier Registry, um sistema global de identificadores exclusivos para objetos e produtos audiovisuais, incluindo filmes, programas de televisão e rádio. Veterano em Tecnologias de Mídia e Entretenimento, com mais de 25 anos de experiência. Foi Vice-presidente Internacional da Dolby, supervisionando a criação de Dolby Atmos e Dolby Vision, profundamente envolvido com cinema digital e 3D. Iniciou a carreira como Engenheiro de som de vários documentários e curtas-metragem de ficção. É formado em Engenharia pela Universidade d’Orsay e também estudou na École Louis-Lumière, em Paris, França.


Jeff Berry atua como Presidente do Distribber. Faz parte da equipe de liderança que agregou mais de 1800 filmes a plataformas como iTunes, Netflix, Amazon e Hulu, permitindo aos cineastas manter 100% de sua receita. Ele também é produtor independente da Hollywood Media Bridge, onde tem vários projetos em desenvolvimento para 2018-2019.


Laura Peláez é roteirista, produtora e empresária espanhola, formada em Jornalismo, Comunicação Audiovisual e Direito. Desde outubro de 2017 dirige, como CEO e co-fundadora, a empresa OPTIMIFILMS, uma plataforma que gerencia  locações de filmagem, viagens de produção e  exibições de produções audiovisuais de conteúdo de ficção e de marcas interessadas em investir, e através de obras de ficção, e se divulgar. Selecionada pela Airbnb para o programa WomenUp como uma das 40 mulheres empreendedoras da Espanha e  Portugal, com projeto mais relevante. Também foi selecionada pela incubadora de negócios Demium para desenvolver seus projetos.


Luís Campos é o Fundador da Squatter Factory em 2014. Fez um programa de intercâmbio na Savage Film (Bélgica) e outro na RT Features em São Paulo, acompanhando o desenvolvimento de vários projetos cinematográficos. É o criador, produtor e diretor criativo do GUIÕES – Festival do Roteiro de Língua Portuguesa, do PLOT – Professional Script Lab e do DRAMA.pt. Escreveu o roteiro do longa-metragem “Um Funeral À Chuva” – Prêmio de Melhor Filme em 2010 no Festival Caminhos do Cinema Português – e escreveu, produziu e dirigiu vários curtas-metragens premiados, entre os quais se destaca “CARGA”, que foi exibido em mais de 20 países. Professor convidado de vários institutos, como SAE Institute Amsterdam, Universidade Lusófona e Universidade da Beira Interior, em 2017 foi selecionado para o Berlinale Talents e para o lançamento do Propellor Film Tech, e é regularmente convidado para serviços de consultoria de roteiro em laboratórios de desenvolvimento em várias produtoras lusófonas. Doutorando em Media Artes, encontra-se neste momento em fase de pré-produção de seu primeiro longa-metragem.


Luiz Gonzaga de Luca é Presidente da rede Cinépolis. Membro do Conselho Superior de Cinema, do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, professor de pós-graduação e vice-presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC). Um dos profissionais que fizeram da distribuidora Embrafilme a líder do mercado durante três anos seguidos, no fim dos anos 70 e início dos 80. Nos anos seguintes, voltou- se para o setor de exibição, exercendo diversas funções no Grupo Severiano Ribeiro, até chegar a diretor-superintendente, cargo que ocupou até agosto de 2010. Executivo paulista nascido em 1954, formou-se em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e fez doutorado em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Trabalhou na Superintendência de Comercialização da Embrafilme e na direção executiva da Maurício de Sousa Produções. Foi diretor de operações da F. J. Lucas Vídeo e diretor de expansão do Circuito Sul de Cinemas, empresa exibidora de São Paulo. Estudioso da história cinematográfica brasileira, concluiu doutorado em Cinema Digital, e lançou os livros Cinema Digital – Um novo cinema? (2004), A hora do cinema digital (2009), Uso de las nuevas tecnologías en el audiovisual de América Latina, da Fundación del Nuevo Cine Latinoamericano (FNCL) e Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID) (2008-2009) e Cinema digital e 35mm – Técnicas, equipamentos e instalação de salas de cinema(2011), entre outros.


Marika Kozlovska é consultora internacional freelancer em financiamento e estratégia promocional de filmes. Nos últimos 8 anos trabalhou como representante de produtores, pesquisadora e consultora estratégica e de direito do cinema para vários territórios. Trabalha com introdução e reestruturação de comissões nacionais de filmes europeus e avaliação da estratégia de distribuição de fundos da Eurimages. Ingressou no Cinema Do Brasil em 2014, onde faz consultoria para cineastas brasileiros sobre o mercado internacional de filmes. Conduz regularmente oficinas em mercados de filmes internacionais, modera painéis com especialistas do setor cinematográfico e participa de vários eventos de coprodução. Também trabalha com outros consultores e treinadores, preparando consultorias personalizadas e sessões de treinamento. Em 2018, Marika participa do Workshop de Produtores EAVE (European Audiovisual Entrepreneurs), especializando-se em marketing de cinema.


Ricardo Bellino, empresário carioca Ricardo Bellino que quem conhece, certamente já o considerou louco. O que dizer de alguém que, aos 21 anos, pensou em trazer a mega agência de modelos americana Elite Models para o Brasil, sem falar inglês nem ter um tostão no bolso? Bellino apostou nessa ideia mirabolante, abandonou a faculdade de economia, mudou-se para São Paulo e teve muito sucesso, a ponto de se tornar amigo pessoal e uma espécie de filho adotivo de John Casablancas – dono da Elite. Trouxe também para o país a campanha das camisetas do câncer de mama, colocando o famoso símbolo do alvo no peito de milhões de brasileiras. Depois, ainda criou a primeira modelo virtual, a Webbie Tookay, sucesso no mundo todo e estrela de uma campanha da Nokia. Aos 38 anos, o empresário encarou o seu maior desafio, vender uma ideia ao bilionário americano Donald Trump em uma  reunião que deveria durar apenas 3 minutos. Autor dos livros: O Poder das Ideias, Sopa de Pedra, 3 Minutos para o Sucesso, Midas e Sadim e Escola da Vida. Bellino está sempre atrás de uma nova ideia para implementar. O documentário “Um Acelerador de Pessoas” é mais uma prova de que o impossível não faz parte de seu vocabulário.


Ricardo Difini Leite é um exibidor gaúcho, sócio e administrador do grupo GNC Cinemas, destacada empresa exibidora com operações no sul do país. Muito ativo politicamente, é Presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras (FENEEC) e representou os exibidores no Conselho Superior de Cinema. Nascido em 1965 é formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tem pós-graduação em Comunicação e Propaganda pela Universidade da Região de Joinville e MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Iniciou seu contato com a área audiovisual através da televisão, foi gerente geral da RBS TV, afiliada da Rede Globo, em emissoras do interior do Estado. Desde 1995 ocupa a posição de sócio-gerente e Diretor de Operações do grupo exibidor GNC Cinemas.


Ricardo Pecorari. Advogado. Especialista em Gestão Pública (MBA Universidade Cândido Mendes). Especialista em Gestão de Mercado (MBA USP/ESALQ). Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. Servidor concursado da ANCINE desde 2009, onde ocupou os cargos de Coordenador de Gestão Financeira, Assessor na Superintendência de Fomento e Assessor na Superintendência de Desenvolvimento Econômico. Atualmente, ocupa o cargo de Secretário de Políticas de Financiamento na agência.

Roberto Stabile é  chefe de Relações Internacionais e Eventos da ANICA – Associação das Indústrias Audiovisual e Multimídias da Itália e Coordenador do Audiovisual da ITA – Agência de Comércio Italiana. Montou uma rede de informações e representações para as relações da indústria cinematográfica internacional com a Itália nos principais mercados mundiais. No momento, há dois escritórios permanentes em Los Angeles e Xangai e uma série de balcões de informações em Seul, Xangai, Hanói, Moscou, Londres, Berlim, Paris, Toronto, Nova York, Miami, Cidade do México, São Paulo e Buenos Aires. Coordena junto com o ITA e o MIBACT – Ministério do Patrimônio Cultural e Turismo da República Italiana, o Projeto China com o objetivo de promover o diálogo e a cooperação entre as indústrias cinematográficas chinesas e italianas.


Sofía Márquez Moreno trabalha atualmente com a prolífica produtora mexicana Alebrije Producciones. É  responsável pelas vendas do catálogo da produtora que se estende a 140 títulos. Foi gerente de vendas da Mundial Sales, divisão de vendas internacionais da IM Global, com sede na Cidade do México, focada exclusivamente no cinema latino-americano e ibero-americano e, na coprodução e co-financiamento para televisão. Anteriormente, Sofía atuou como chefe de vendas internacionais no Instituto Mexicano de Cinema e, antes disso, foi chefe de distribuição da Canana, uma das principais produtoras e distribuidoras independentes da América Latina. Se formou com honras na Universidade Carlos III em Madri, com mestrado em Film Business.

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